destaque: mario sergio EX-FUNDO DE QUINTAL lanÇA SEU 1º cd SOLO: nasci pra cantar e sambar

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Após 18 anos, Mário Sérgio deixou o posto de vocalista do grupo Fundo de Quintal para seguir carreira solo. Longe de ensaiar mudança de rota estilística, o cantor apresenta bom disco calcado em repertório típico dos pagodes cariocas que geraram belos álbuns nos anos 80.

Parceria de Sérgio com Luizinho to Blow, Maria do Samba exemplifica essa acertada decisão de permanecer no fundo dos quintais, onde brotam os melhores sambas. Já Na Laje - samba de Éderson dos Santos que entrou no repertório por conta de promoção de rádio de São Paulo - mostra que a geografia do samba extrapola as fronteiras cariocas.

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Tim

Assim como o rock, a soul music de nomes como James Brown, Otis Redding e Aretha Franklin também teve grande penetração no cenário da música brasileira dos anos 60.Traços do balanço negro americano podem ser detectados em algumas das primeiras músicas de Jorge Ben Jor (Agora Ninguém Mais Chora, Negro É Lindo, Que Nega É Essa) e, mais flagrantemente, em outras de Wilson Simonal na fase Pilantragem (caso de Mamãe Passou Açúcar em Mim, País Tropical, Tributo a Martin Luther King). No entanto, foi um dos companheiros de Ben Jor na turma roqueira da Rua do Matoso, na Tijuca (onde também apareceram Roberto e Erasmo Carlos) quem iria iniciar a saga do soul brasileiro: Sebastião Rodrigues Maia, o Tim Maia.